Sobre o azeite

azeite

Várias receitas são apresentadas na aula de acompanhamentos variados do Studio do Sabor, entre elas aos delicioso legumes grelhados com azeite de ervas. Vamos saber um pouco mais sobre este ingrediente essencial da cozinha, o azeite:

Azeite de oliva, óleo de oliva ou simplesmente azeite é o produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto das oliveiras. Trata-se, de um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas. Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares.

Consumido desde a antiguidade

Ele tem uma história muito parecida com a do vinho. Ambos nasceram na Mesopotâmia e se expandiram pela Antiguidade. A mitologia grega dizia que o vinho foi criado por Baco e o azeite pela deusa Atena. Mas foram os romanos que os espalharam pelo mundo. Os gregos e os romanos sem dúvida descobriram várias aplicações do azeite, com suas múltiplas utilizações na culinária, como medicamento, unguento ou bálsamo, perfume, combustível para iluminação, lubrificante de alfaias e impermeabilizante de tecidos.

Hoje, o Conselho Oleícola Internacional (International Olive Council, ou IOC, na sigla em inglês) registra a existência de 300 tipos de azeitona no mundo e mais de 1000 de óleos de oliva, resultado de diferentes blends. A Espanha é, de longe, o maior produtor do planeta. A região mediterrânea, atualmente, é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com bastante sol e clima seco.

O Brasil é o sétimo maior importador mundial de azeite e o segundo de azeitonas. Mas este cenário está mudando, hoje há uma vasta pesquisa, especialmente na seleção de variedades mais adequadas às condições brasileiras de clima e na produção de mudas de qualidade, em Minas Gerais e São Paulo. São árvores que já produzem em 3 anos, muito menos dos que o 7 da maioria dos países. E por enquanto o azeite extravirgem fabricado no país ainda tem distribuição restrita.

Como o azeite é obtido

Resulta da prensagem de azeitonas. São necessárias de 1300 a 2000 azeitonas para produzir 250ml de azeite. Grosso modo ,existem duas maneiras de fazer isso. Em ambas, a azeitona é colhida e moída, incluindo o caroço. No método antigo, embebe-se nessa massa úmida uma espécie de capacho de corda, com um furo no meio. Os capachos são empilhados sobre um eixo e prensados, liberando o óleo e a chamada água de vegetação. Pela diferença de densidade, o azeite se destaca da água e é recolhido. O processo moderno se dá por centrifugação. A massa oleosa é diluída pela adição de 1 litro de água por quilo e passa por uma centrífuga horizontal, em que se separa a parte sólida. Depois, a massa líquida vai para uma centrífuga vertical, explica Isaac Azar, especialista em azeite e dono do restaurante Paris 6.

Tipos de azeite

Azar explica os tipos de azeite: “Vamos falar dos chamados virgens, que não têm mistura de nada, senão o óleo retirado da azeitona. Até 0,7% de acidez são classificados como extravirgem. De 0,8% a 1,5%, são virgens comuns. De 1,5% a 3%, o azeite se chama virgem corrente e, acima disso, torna-se virgem lampante, ou seja, aquele óleo usado antigamente nas lamparinas. Para consumo como alimento, só é permitido comercializar diretamente o extravirgem e o virgem. Quando tem acima de 1,5% de acidez, a legislação do Conselho Oleícola Internacional obriga que o óleo seja enviado a uma refinaria,onde a acidez é rebaixada e são eliminados defeitos, como aromas indesejáveis. O produto refinado deve ser misturado com uma porcentagem de azeite extravirgem e virgem e vendido como azeite comum.

Qual o melhor azeite

Perguntado sobre qual o melhor azeite do mundo Isaac Azar responde: “Essa é a pergunta que sempre me fazem. É o grego, o italiano, o árabe? É impossível dizer qual o melhor, o importante é saber qual o uso desejado. Para uma salada caprese, o melhor azeite é o italiano. Para acompanhar pratos gregos, certamente será o grego. Para o cuscuz marroquino é o argan, produzido na região de Agadir, no Marrocos. Também não existe o melhor vinho do mundo. Entre os melhores óleos de oliva certamente estarão os artesanais, bem cuidados.” e acrescenta “Óleo de oliva é suco, não é bebida alcoólica. Portanto, quanto mais jovem, melhor. Também tem variação de safra, como o vinho. Num ano chuvoso, a qualidade não é boa. Nos secos, a quantidade se reduz e a qualidade costuma ser ótima. No entanto, o azeite deve ser consumido no máximo até o ano seguinte ao da colheita. A partir daí, começa a sofrer os efeitos da oxidação.”

Veja mais em

http://www.internationaloliveoil.org

http://todoseu.tvgazeta.com.br/pt/videos?task=play&id=2349&sl=latest&layout=listview

salada-morna-de-cogumelos-com-croutonsOs cogumelos estão entrando definitavamente no cardápio dos brasileiros. Seja pelos restaurantes orientais ou pela crescente oferta nos supermercados e hortifrútis. Sua aparência, nem sempre atrativa, não tira seu charme e sabor inconfundíveis. Servem como prato principal ou combinam bem com carnes, peixes, arroz e verdes. Têm também um alto valor nutritivo.

São mais de três dezenas de tipos diferentes comestíveis cultivados no mundo, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). No Brasil, os mais conhecidos e consumidos são os do tipo Champignon (de Paris e Portobello), o Shiitake, o Shimeji e o Hiratake, nas cores cinza salmão e branco. Variam no sabor, mais suaves ou mais acentuados. E na textura, há os mais resistentes e os fibrosos ou os macios e os delicados

Os cogumelos são encontrados em conserva, secos, congelados ou frescos, que devem ser adquiridos com bom aspecto, sem manchas nem umidade aparente e a lamela (parte de baixo do cogumelo) deve estar clara. Devem ser conservados em geladeira para serem utilizados rapidamente.

A sugestão do Studio do Sabor para a volta do final de semana prolongado é uma prato light, uma salada deliciosa e supernutritiva.

SALADA MORNA DE COGUMELOS COM CROÛTONS E ERVAS

Ingredientes:

250 g de cogumelos variados (Shitake, Shimeji, Champignon de Paris, etc)

2 colheres (sopa) de manteiga

5 dentes de alho picados

Folhas verdes variadas (alface americana, rúcula, alface crespa, etc)

3 colheres (sopa) de azeite

1 colher (sopa) de vinagre

Queijo parmesão para polvilhar

Sal e pimenta do reino a gosto

Ervas a gosto

Pão de fôrma cortado em cubinhos

Modo de preparo:

Higienize as folhas.

Salteie os cogumelos na manteiga com o alho. Coloque o sal e a pimenta do reino.

Faça um vinagrete básico com o azeite, vinagre, sal e pimenta.

Tempere as folhas.

Tempere os cubinhos de pão com as ervas e sal e leve ao forno moderado. Esquente levemente os cogumelos e distribua por cima das folhas.

Salpique com o queijo ralado e os croûtons.

Bom apetite!

Bolo de caneca express

bolo_de_canecaNeste friozinho nada como uma sobremesa com chocolate, não é verdade?

Pegue uma caneca bonita, bem colorida e alegre, ou uma branca mais bacana. Que a proposta é um bolo delícia de chocolate express

O bolo de caneca pode ser de vários sabores, Nutella, frutas vermelhas, creme de amendoim, café… hummmm

Receitas gostosas e express são sempre sucesso no Studio e é um dos módulos das aulas de culinária do Studio do Sabor.

Um bolo delicioso e super fácil é este de chocolate.

Bolo de caneca

1/4 xícara de farinha ( 2 colheres de sobremesa )

1/4 xícara de açúcar ( 2 colheres rasas de sobremesa )

2 colheres de sopa de chocolate em pó

1 pitada de sal

2 colheres de sopa de óleo

2 colheres de sopa de leite ( água ou café )

Misturar na caneca os ingredientes secos, depois bater com garfo o restante. Levar por 1 minuto no micro-ondas na potência máxima.

Aproveite!

Dicas para o feijão com arroz

arroz-com-feijão

Nada como um delicioso prato de arroz com feijão. Uma arroz soltinho e um feijão saboroso é a combinação perfeita.

Não há uma origem comprovada mas a hipótese mais aceita é a de que esse típico prato brasileiro seria fruto de uma combinação do arroz (de origem oriental) trazido pelos portugueses ao Brasil com o feijão, que já seria consumido no Brasil pelos índios.

Arroz e feijão são, de fato, uma dupla inseparável devido à riqueza de nutrientes. Aminoácidos que um não tem o outro possui, por exemplo. Esses alimentos se complementam. Segundo a Embrapa, um prato de arroz com feijão garante a absorção de mais de 80% da sua proteína.

“Além de ser uma excelente fonte de proteína, o arroz oferece carboidratos, vitaminas e sais minerais”, diz Luci Uzelin, coordenadora da nutrição do Hospital Israelita Albert Einstein.

E agora as dicas do blog do Studio do Sabor para esse nosso prato tão gostoso do dia a dia:

– Se for previamente lavado, o arroz deve estar bem seco antes de ser colocado na panela

– O arroz deve ser mito bem refogado na gordura

– Respeitar a quantidade de água que deve ser de 2 (xícaras) para 1 (xícara) de arroz

– A água deve estar fervente

– Solte o arroz com um garfo quando estiver pronto

– Para o feijão: use bastante cebola e alho para dar sabor e ainda cozinhe com linguiça, paio ou carne seca

Caldinho de polvo

O polvo é um ingrediente ainda não muito presente na cozinha brasileira, mas com o preparo certo, ele é uma delícia! No Japão, por exemplo, há panquecas com polvo, assim como bolinhos de polvo e muitos sushis que levam o molusco. Na região mediterrânea é preparado com azeite, alho, manjericão, limão,e tomates, em uma bela salada. Já no Peru, o polvo é misturado com milho e tomate. Na Coreia, ele é um aperitivo, servido em bares junto com picles e cerveja.

A textura do polvo é firme e macia. O sabor é único, lembra o mar e tem certa doçura. O Studio do Sabor vai mostrar várias maneiras de preparar o polvo na aula de quinta-feira com o chef Rafa Camargo. Ele vai apresentar diversas receitas com polvo, como terrine de polvo em cama de salada especial, caldinho croata de de polvo, ceviche de polvo e peixe branco, polvo alla rabiata e polvo na torre de batatatas.

Para oferecer aos amigos um jantar super original não faltarão ideias nesta aula de culinária exclusiva do Studio do Sabor.

E aqui uma receita de caldinho de polvo da chef Monica Sky.

Caldinho de Polvo
 
Azeite (quanta bastar)
Alho a gosto
1 cebola grosseiramente picada
1 pimentão verde picado
3 tomates grosseiramente picados
1 cabeça de polvo (já cozida)
1 copo de vinho branco
1  vidro de leite de coco
Sal a gosto
1/2 pimenta de cheiro
Coentro
Páprica Doce
Páprica Picante
3 limões sicilianos
1 tentáculo para finalizar antes de servir
Refogar na frigideira o azeite, o alho, a cebola, o pimentão e os tomatse.
Adicionar os pedaços de polvo (cabeça) e em seguida o vinho. Após alguns instantes, o leite de coco.
Pegue este refogado e bata no liquidificador ligeiramente, com o sal, a pimenta, a páprica doce e a picante.
Sirva em seguida, com pedacinhos de polvo picados e um pouco de limão siciliano. Salpique o coentro moderadamente.
Bom jantar!
polvo-sopa

Nhoque, nhoque, nhoque

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Todo dia 29 é comemorado o Dia do Nhoque da Fortuna. Segundo conta a lenda, São Pantaleão, vestido de andarilho,  andava em um vilarejo na Itália no dia 29 de dezembro. Com fome, bateu na porta de uma casa e pediu comida. Um casal recebeu-o com muita desconfiança, porém convidou-o a sentar na mesa com eles. Eram pobres e quase não tinham  o que comer. O único alimento naquela noite eram nhoques que dividiram com o Santo. Sete nhoques para cada. São Pantaleão comeu, agradeceu e se foi. Para grande surpresa, ao retirar a mesa, o casal encontrou embaixo dos pratos moedas de ouro.

Assim, a cada dia 29, a lenda ganha mais simpatizantes que comem o nhoque da fortuna para ter sorte pelos 30 dias seguintes. No Studio do Sabor, também acreditamos que o Nhoque pode trazer muita sorte, por isso, preparamos uma aula com receitas de nhoques no dia 27, quinta-feira próxima. A receita, que mudou ao longo dos anos, é antiga, supõe-se que o nhoque exista desde os antigos gregos. No Studio do Sabor você aprenderá diversas receitas de nhoque. E no dia 29, você poderá preparar um delicioso prato para fazer a simpatia.

A simpatia é simples: basta colocar uma nota de qualquer valor sob o prato de nhoque. No prato, separe sete nhoques e coma um a um. Para cada nhoque, faça um pedido diferente.  O dinheiro colocado sob o prato deve ficar guardado até o próximo dia 29, para garantir a fartura.

Para participar da aula de nhoque no Studio do Sabor, é só ligar para (11) 3673-1973 ou mandar um email para: studio@studiodosabor.com.br . Esperamos por você !