Receita de sopa de alho-poró e iogurte

sopa_iogurteEsta semana tem aula de receitas light no Studio do Sabor! Em homenagem, hoje tem receita light aqui no blog também!

Como está começando a esquentar aqui em São Paulo, vamos começar a semana com uma sopa light, muito fácil de fazer e  gostosa de tomar no calor.

Alho-poró e iogurte fazem uma mistura surpreendente.

Outras receitas maravilhosas você vai aprender na aula da nossa escola de culinária no Pacaembu.

A receita de hoje é sopa de alho-poró com iogurte

Ingredientes:

– 2 alhos-porós grandes

– 6 dentes de alho

– 4 colheres de sopa de azeite de oliva

– 1/2 colher de de chá de pimenta do reino

– 1 copo de vinho branco

– 4 copos de caldo de legumes

– 1 copo de iogurte light

Modo de preparo:

Corte os alhos-poró em meias-luas.

Amasse o alho e junte ao azeite e aos alhos-porós. Coloque em uma panela em fogo médio até os alhos-poró estarem quase translúcidos (mais ou menos 10 minutos).

Junte o vinho, a pimenta e deixe cozinhar por mais 5 minutos, depois junte o caldo e deixe ferver por 45 a 60 minutos.

Despeje tudo no liquidificador e junte o iogurte.

Ficará uma delícia! E não esqueça de participar da aula de culinária de receitas light do Studio do Sabor! É só se inscrever aqui: http://bit.ly/17ySIdg

Receita de saltimbocca alla romana

OLYMPUS DIGITAL CAMERAA Itália está com tudo este mês em São Paulo. É so ver a linda exposição da arte renascentista italiana no Centro Cultural Banco do Brasil. Há Tiziano, Leonardo, Rafaello e muito mais para ser admirado.

Um dos mais famosos pratos italianos é o Saltimbocca (que em português poderia ser traduzido por saltos na boca), prato popular também no sul da Suíça, Espanha e Grécia. Feito de carne de vitela coberta com presunto e sálvia, marinada em vinho, óleo ou água salgada. E dependendo da região e gosto coberta com alcaparras.

O saltimbocca alla romana, a versão feita em Roma consiste de carne de vitela, presunto e sálvia, enrolada e cozidas em Marsala e manteiga.

Foi adaptado no Brasil e é servidos nos restaurantes italianos em São Paulo como lembra o chef István Wessel: “Uma das minhas lembranças da adolescência era quando no domino meu pai nos levava no Trastevere, que nos anos 60 era o melhor restaurante italiano de São Paulo. Eu sempre pedia o Saltimbocca alla Romana, um prato que eu adorava. O restaurante não existe há décadas, mas cada vez que vejo esse prato em um restaurante eu peço.”

Lá vai a sugestão da chef Monica Sky do Studio do Sabor:

Saltimbocca alla romana

Ingredientes:

Escalopes de filé mignon

Sálvia

Presunto cru

Vinho branco

Farinha de trigo

Sal e pimenta do reino

Manteiga e óleo para fritar

Modo de preparo:

Bater um pouco os filés com a mão, colocar o presunto e a sálvia, prender com o palito, salgar e colocar pimenta somente do outro lado.

Passar os escalopes na farinha de trigo e tirar o excesso batendo neles.

Aquecer uma frigideira, colocar a manteiga e o óleo, fritar com o lado do presunto para baixo, retirar os filés, deglacear com vinho branco, deixar o molho reduzir, espessar o molho com manteiga e farinha de trigo.

Obs: este molho fica bem ralo.

Bom apetite!

Receita de panqueca com cream cheese

panqueca-cream-cheesePanqueca é um prato que se encontra praticamente em qualquer país do planeta!

Basicamente é um tipo de massa frita, feita com ovos, farinha e leite. Existem muitas variações para a massa, algumas contêm fermento ou outros ingredientes.

São redondas, de variados diâmetros, empilhadas ou dobradas em diferentes formatos.

Ganham recheios e toppings diferentes. Doces ou salgadas.

Podem ser servidas salgadas na hora da refeição ou doces no café da manhã, como nos países da América do Norte.

Evidências arqueológicas mostram que é um dos primeiros pratos de cereal e um dos conhecidos entre as sociedades pré-históricas. Na Grécia antiga a mais antiga referência aparece no século V AC.

Mas além de sua versatilidade uma de suas qualidades é sem dúvida a facilidade de seu preparo. O Studio do Sabor ensina uma receita saborosa e express para você:

Panqueca com cream cheese

Ingredientes:

1 xícara (chá) de leite

1 xícara (chá) de farinha de trigo

2 ovos inteiros

Sal a gosto

2 colheres (sopa) de óleo

Recheio:

½ xícara de tomate seco picado

1 xícara de cream cheese

Queijo parmesão ralado para polvilhar

Modo de preparo:

Massa:

Bater no liquidificador. Fritar em frigideira de teflon e reservar.

Recheio:

Pique o tomate e misture com o cream cheese recheando cada massa de panqueca e fazendo o formato que desejar.

Coloque em forma refratária despeje um pouco de molho de tomate por cima das panquecas e polvilhe com queijo ralado. Leve ao forno pré-aquecido por 10 minutos para esquentar, e dar uma ligeira amolecida no cream cheese.

Receita: sopa de cebola

sopa-de-cebolaA sopa francesa de cebola (soupe à l’oignon, em francês) é aquela com base em caldo de carne, ou 50% caldo de galinha e 50% caldo de carne, servida com pão e queijo gratinado. De origem antiga, esse prato se popularizou na década de 1960, nos Estados Unidos, quando a cozinha francesa esteve em moda.

O sabor substancioso da base não é devido apenas ao caldo, mas também às cebolas caramelizadas, que neste caso é o processo em que são cozidas lentamente, tornando-as castanhas e mais adocicadas. Algumas receitas sugerem meia hora como tempo de cozimento, mas muitos chefs e cozinheiros deixam por muito mais, para que seja realçado o gosto dos acúcares. Depois é preciso ‘suar’ as cebolas para tirar o líquido, isso pode ser feito lançando-as na gordura (azeite, manteiga ou gordura de bacon) e com a adição do sal. Em seguida, cobrindo a panela para deixar as cebolas cozinharem em fogo muito baixo. O sal e calor tiram o líquido das cebolas.

Feita a base da sopa, ela é geralmente polvilhada com croûtons, pequenos pedaços de pão, frito ou assado com óleo, azeite ou manteiga. E depois coberta com queijo que é assado ou grelhado (gratinée), que faz parte do nome completo da sopa: soupe à l’oignon gratinée.

Há outras variações para essa sopa fácil e deliciosa! Aqui vai a indicada pelo Studio do Sabor:

Sopa de cebola

Ingredientes:

5 colheres (sopa) de manteiga

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

1 kg de cebolas cortadas em finas rodelas

2 dentes de alho amassados

2 litros de caldo de carne

1 colher (sopa) de farinha de trigo

Queijo tipo parmesão ralado para polvilhar

Fatias de pão torradas

Sal e pimenta-do-reino moída a gosto

Modo de preparo:

Numa panela, aquecer a manteiga com o azeite de oliva. Colocar as cebolas e, mexendo seguidamente, deixá-las no fogo até ficarem bem douradas, quase escuras.

Acrescentar os dentes de alho amassados e misturar bem.

Juntar o caldo de carne e continuar o cozimento em fogo baixo, mexendo de vez em quando, até as cebolas ficarem quase totalmente diluídas.

Dissolver a farinha de trigo em meia xícara (chá) de água, juntá-la à sopa e mexer bem, para evitar grumos.

Temperar com sal e pimenta-do-reino.

No momento de servir, colocar as torradas no fundo de tigelas refratárias individuais e derramar a sopa quente em cima.

Polvilhar com abundante queijo ralado e levar a sopa ao forno médio pré-aquecido para gratinar.

Servir imediatamente.

Bom apetite!

Sobre o azeite

azeite

Várias receitas são apresentadas na aula de acompanhamentos variados do Studio do Sabor, entre elas aos delicioso legumes grelhados com azeite de ervas. Vamos saber um pouco mais sobre este ingrediente essencial da cozinha, o azeite:

Azeite de oliva, óleo de oliva ou simplesmente azeite é o produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto das oliveiras. Trata-se, de um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas. Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares.

Consumido desde a antiguidade

Ele tem uma história muito parecida com a do vinho. Ambos nasceram na Mesopotâmia e se expandiram pela Antiguidade. A mitologia grega dizia que o vinho foi criado por Baco e o azeite pela deusa Atena. Mas foram os romanos que os espalharam pelo mundo. Os gregos e os romanos sem dúvida descobriram várias aplicações do azeite, com suas múltiplas utilizações na culinária, como medicamento, unguento ou bálsamo, perfume, combustível para iluminação, lubrificante de alfaias e impermeabilizante de tecidos.

Hoje, o Conselho Oleícola Internacional (International Olive Council, ou IOC, na sigla em inglês) registra a existência de 300 tipos de azeitona no mundo e mais de 1000 de óleos de oliva, resultado de diferentes blends. A Espanha é, de longe, o maior produtor do planeta. A região mediterrânea, atualmente, é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com bastante sol e clima seco.

O Brasil é o sétimo maior importador mundial de azeite e o segundo de azeitonas. Mas este cenário está mudando, hoje há uma vasta pesquisa, especialmente na seleção de variedades mais adequadas às condições brasileiras de clima e na produção de mudas de qualidade, em Minas Gerais e São Paulo. São árvores que já produzem em 3 anos, muito menos dos que o 7 da maioria dos países. E por enquanto o azeite extravirgem fabricado no país ainda tem distribuição restrita.

Como o azeite é obtido

Resulta da prensagem de azeitonas. São necessárias de 1300 a 2000 azeitonas para produzir 250ml de azeite. Grosso modo ,existem duas maneiras de fazer isso. Em ambas, a azeitona é colhida e moída, incluindo o caroço. No método antigo, embebe-se nessa massa úmida uma espécie de capacho de corda, com um furo no meio. Os capachos são empilhados sobre um eixo e prensados, liberando o óleo e a chamada água de vegetação. Pela diferença de densidade, o azeite se destaca da água e é recolhido. O processo moderno se dá por centrifugação. A massa oleosa é diluída pela adição de 1 litro de água por quilo e passa por uma centrífuga horizontal, em que se separa a parte sólida. Depois, a massa líquida vai para uma centrífuga vertical, explica Isaac Azar, especialista em azeite e dono do restaurante Paris 6.

Tipos de azeite

Azar explica os tipos de azeite: “Vamos falar dos chamados virgens, que não têm mistura de nada, senão o óleo retirado da azeitona. Até 0,7% de acidez são classificados como extravirgem. De 0,8% a 1,5%, são virgens comuns. De 1,5% a 3%, o azeite se chama virgem corrente e, acima disso, torna-se virgem lampante, ou seja, aquele óleo usado antigamente nas lamparinas. Para consumo como alimento, só é permitido comercializar diretamente o extravirgem e o virgem. Quando tem acima de 1,5% de acidez, a legislação do Conselho Oleícola Internacional obriga que o óleo seja enviado a uma refinaria,onde a acidez é rebaixada e são eliminados defeitos, como aromas indesejáveis. O produto refinado deve ser misturado com uma porcentagem de azeite extravirgem e virgem e vendido como azeite comum.

Qual o melhor azeite

Perguntado sobre qual o melhor azeite do mundo Isaac Azar responde: “Essa é a pergunta que sempre me fazem. É o grego, o italiano, o árabe? É impossível dizer qual o melhor, o importante é saber qual o uso desejado. Para uma salada caprese, o melhor azeite é o italiano. Para acompanhar pratos gregos, certamente será o grego. Para o cuscuz marroquino é o argan, produzido na região de Agadir, no Marrocos. Também não existe o melhor vinho do mundo. Entre os melhores óleos de oliva certamente estarão os artesanais, bem cuidados.” e acrescenta “Óleo de oliva é suco, não é bebida alcoólica. Portanto, quanto mais jovem, melhor. Também tem variação de safra, como o vinho. Num ano chuvoso, a qualidade não é boa. Nos secos, a quantidade se reduz e a qualidade costuma ser ótima. No entanto, o azeite deve ser consumido no máximo até o ano seguinte ao da colheita. A partir daí, começa a sofrer os efeitos da oxidação.”

Veja mais em

http://www.internationaloliveoil.org

http://todoseu.tvgazeta.com.br/pt/videos?task=play&id=2349&sl=latest&layout=listview

Utensílios básicos para sua cozinha

utensilios-cozinha-secXX-Musée Cernuschi-ParisUm dos utensílios básicos no mundo da culinária é, sem dúvida, a panela.

Aquelas com cabo, que são o curinga da cozinha, são ideais para frituras e molhos.

As caçarolas, que se diferenciam das outras panelas pelas duas alças laterais, são de material resistente e vão do fogão ao forno e do forno ao fogão. As maiores são usadas para guisados e ensopados

As frigideiras são utilíssimas: as mais pesadas são úteis para fritar e as mais leves para saltear.

A panela de pressão é essencial na cozinha dos brasileiros. Ela acelera o cozimento. É nela que se cozinha o feijão, por exemplo.

A espagueteira facilita e muito o preparo de massas.

O wok é originário da China e muito usado na culinária asiática. Tem a forma de uma meia esfera metálica ou cerâmica, munida de duas alças ou de um cabo. Alguns woks têm o fundo plano, dando-lhe uma forma semelhante à de uma frigideira. Usado para frituras e vários tipos de cozimento.

Agora confira a lista que o Studio do Sabor preparou dos utensílios para cozinha:

UTENSÍLIOS BÁSICOS PARA COZINHA

Abridor de garrafa

Abridor de lata

Assadeiras e fôrmas de tamanhos variados (fôrma para quiche, empadinha e muffin).

Avental

Balança

Batedeira

Batedor de carne

Batedores ou fouet

Bowls de tamanhos variados

Chapéu/lenço/touca/bandana

Coador

Colher de pau (2 para salgado e 1 para doce)

Conchas

Conjunto de medidores (colheres)

Descascador de legumes

Escorredor

Escorredor de arroz

Escumadeira

Espagueteira

Espátulas de silicone

Espremedor de alho

Espremedor de batata

Espremedor de frutas

Faca de chef

Faca de pão

Faca pequena

1 Frigideira Tefal

Frigideiras de tamanhos variados

Grelha

Leiteira

Liquidificador

Luvas térmicas

Panelas diversas e de tamanhos variados

Panos de prato

Pão duro

Pegador de massa

Peneiras (pequena, média e grande)

Pinça

Pincel

Processador

Ralador

Tábuas

Tesoura

1 Wok

BOEF BOURGUIGNON

boef-bourguignonO bœuf bourguignon é um dos mais famosos pratos da culinária francesa tradicional.

Julia Child em seu livro ‘Dominando a Arte da Culinária Francesa’ o descreve  como “certamente um dos mais deliciosos pratos de carne inventadas pelo homem”.

Tem origem na região da Borgonha (em francês, Bourgogne), no leste da França, assim como outros pratos famosos como o coq au vin e o escargot.

É um cozido preparado com carne assada no vinho tinto e caldo de carne, geralmente aromatizado com alho, cebola e bouquet garni, com minicebolas e cogumelos adicionadas no final do cozimento.

Fala-se  que o bœuf bourguignon é um dos muitos exemplos de pratos camponeses que foi  lentamente refinado pela alta cozinha francesa.

No 14 de julho o Studio do Sabor presta sua homenagem à cozinha francesa:

BOEUF BOURGUIGNON

Ingredientes:

  • 1kg de músculo, alcatra ou filé mignon em cubos
  • 150g de toucinho
  • 4 colheres (sopa) de óleo ou manteiga
  • 2 cebolas picadas
  • Cenouras baby a gosto
  • 3 dentes de alho picados
  • 600ml de vinho tinto seco
  • 400 ml de fundo de carne
  • 200g de champignons
  • Minicebolas a gosto
  • Açúcar (quanto bastar)
  • Manteiga (quanto bastar)
  • 1 bouquet garni (opcional)
  • Farinha de trigo (quanto bastar)
  • Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de Preparo:

Frite o toucinho com o óleo, na panela, acrescente a cebola e o alho.

Doure a carne, já temperada com sal e pimenta, e já envolvida na farinha de trigo.

Adicione o vinho, deglaceando, e acrescente o fundo de carne e  o bouquet garni.

Cozinhe por aproximadamente 2 horas em fogo baixo, acrescentando o caldo (fundo) e o vinho, sempre que necessário. Na metade do cozimento, acrescente as cenouras e mais ao final, os champignons.

Em uma frigideira, coloque as minicebolas e um pouco de água, deixe cozinhar, e acrescente o  açúcar e a  manteiga para caramelizar as cebolas.

Incorpore à carne. Sirva a seguir.

Bom apetite!